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<p>Em coletiva de imprensa, governador do Rio de Janeiro defende a ação policial nos complexos do Alemão e da Penha, a mais letal da história do estado, e critica a falta de apoio federal no combate ao crime</p>
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<div class="post_image"><span class="image_fonte">FABRICIO SOUSA/ENQUADRAR/ESTADÃO CONTEÚDO<br />
</span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2025/10/design-sem-nome-19-1-345x207.png"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2025/10/design-sem-nome-19-1-750x450.png"></source></source></picture><span class="image_credits">Ação se tornou a mais letal da história do Rio de Janeiro, com 64 óbitos confirmados pelo governo<br /></span></div>
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<p class="ng-star-inserted"><span class="ng-star-inserted">Nesta quarta-feira (29), o governador do <strong>Rio de Janeiro</strong>, <strong>Cláudio Castro</strong>, classificou como um “sucesso” a megaoperação policial realizada nos complexos do Alemão e da Penha, que resultou em um saldo oficial de 64 mortos.</span><span class="ng-star-inserted"> Em uma entrevista coletiva, Castro afirmou que as únicas vítimas da ação foram os quatro policiais que perderam a vida.</span></p>
<p class="ng-star-inserted"><span class="ng-star-inserted">“Queria me solidarizar com a família dos quatro guerreiros que deram a vida para salvar a população. De vítima ontem, só tivemos esses policiais”, declarou o governador durante a entrevista coletiva.</span><span class="ng-star-inserted"> A “Operação Contenção”, deflagrada na terça-feira (28), mobilizou cerca de 2.500 agentes das forças de segurança estaduais e visava cumprir aproximadamente 100 mandados de prisão contra integrantes do <strong>Comando Vermelho</strong>.</span></p>
<p class="ng-star-inserted"><span class="ng-star-inserted">A ação se tornou a mais letal da história do Rio de Janeiro.</span><span class="ng-star-inserted"> Além dos 64 óbitos confirmados pelo governo — sendo 60 supostos criminosos e quatro policiais — a operação resultou em 81 prisões e na apreensão de 75 fuzis, além de pistolas e granadas.</span><span class="ng-star-inserted"> No entanto, números da Defensoria Pública do Rio apontam que a quantidade de mortos pode ser ainda maior, chegando a 132 pessoas, devido a corpos encontrados em uma área de mata.</span></p>
<p class="ng-star-inserted"><span class="ng-star-inserted">Durante seu pronunciamento, Castro defendeu a necessidade da operação, afirmando que a ação foi planejada com 60 dias de antecedência com o acompanhamento do Ministério Público.</span><span class="ng-star-inserted"> Ele argumentou que o estado está atuando “sozinho nesta guerra” e que o confronto com as organizações criminosas extrapolou os limites da segurança pública, caracterizando-a como uma “operação de defesa”.</span></p>
<p class="ng-star-inserted"><span class="ng-star-inserted">O governador também aproveitou a oportunidade para cobrar um maior apoio do governo federal, sugerindo que a situação exigiria o auxílio das Forças Armadas.</span><span class="ng-star-inserted"> Ele mencionou que pedidos anteriores para o uso de veículos blindados militares foram negados.</span><span class="ng-star-inserted"> Em resposta, o Ministério da Justiça afirmou que não houve contato prévio do governador sobre a operação.</span></p>
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<p class="ng-star-inserted"><span class="ng-star-inserted">As declarações de Cláudio Castro e a alta letalidade da operação geraram forte repercussão. </span><span class="ng-star-inserted">O Ministério Público Federal (MPF) e a Defensoria Pública da União (DPU) solicitaram formalmente explicações ao governador sobre como o direito à segurança pública foi promovido durante a ação e se as diretrizes do <strong>Supremo Tribunal Federal</strong> para operações em comunidades foram seguidas.</span></p>
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<p><a href="https://jovempan.com.br/noticias/brasil/apesar-de-64-mortes-castro-considera-operacao-um-sucesso-e-diz-que-policiais-foram-as-unicas-vitimas.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


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