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<p>A Fhoresp, que representa 502 mil estabelecimentos de hospedagem e gastronomia no Estado, considera a medida fundamental para garantir a sobrevivência de empresas e a manutenção de empregos</p>
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<div class="post_image"><span class="image_fonte">ROBERTO SUNGI/ATO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO</span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2024/03/ato20240322090-311x207.jpg"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2024/03/ato20240322090-677x450.jpg"><br />
								</source></source></picture><span class="image_credits">A Fhoresp estima que o prejuízo ficou em torno de 1,5 milhão só nos primeiros quatro dias de blecaute<br /></span></div>
<p>A Federação de Hotéis, Restaurantes e Bares do Estado de São Paulo (<strong>Fhoresp</strong>) pediu ao governador <strong>Tarcísio de Freitas</strong> (Republicanos) a prorrogação do vencimento de impostos para cerca de 250 mil estabelecimentos do setor drasticamente afetados pelo<strong> apagão</strong>. Desde a última sexta-feira (11), a interrupção de energia afeta diversas regiões da capital paulista e região metropolitana. O documento foi protocolado na Casa Civil no fim da tarde desta quarta-feira (16). A Federação, que abarca mais de 20 sindicatos patronais que representam 502 mil estabelecimentos no Estado, considera a dilação de prazo para honrar os tributos estaduais “medida imprescindível”, a fim de mitigar o prejuízo milionário gerado pelo blecaute às empresas de hospedagem e de gastronomia.</p>
<p>De acordo com o diretor-executivo da Fhoresp, Edson Pinto, é necessário que a prorrogação perdure “num prazo razoável e suficiente”. A medida valeria para o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). “Isso é crucial para a continuidade das atividades de milhares de estabelecimentos de hospedagem e alimentação. Estamos solicitando ao Governo do Estado que pondere ampliar o prazo do recolhimento de tributos, para que as empresas prejudicadas pelo apagão tenham prazo maior para a quitação. Isso já ajudaria, num primeiro momento, àquelas que foram atingidas. Auxiliaria, inclusive, na manutenção de empregos. Poderes Executivos têm essa prorrogativa”, diz.</p>
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<p>Para mensurar a dimensão do impacto na prorrogação de impostos de competência estadual para estabelecimentos ligados à Fhoresp, o setor é composto por 97% de micro e de pequenos empresários (MEIs), segundo o diretor-executivo da entidade. “Essas empresas não têm lucro relevante que possa remediar os danos causados em seis dias de blecaute. A maioria delas tem apenas um pró-labore retirado dia a dia para sua própria subsistência e de sua família. O que está acontecendo beira o absurdo. Afinal, quem é que vai pagar a conta do prejuízo?”, questiona Edson Pinto.</p>
<p>Apesar de a Enel ter anunciado nesta quinta-feira (17) “o fim da crise no abastecimento elétrico na capital e na região metropolitana”, 36 mil imóveis ainda estão sem luz. A Fhoresp chama a atenção para o fato de que cerca de 3,1 milhões de pessoas terem ficado sem o abastecimento de energia desde sexta passada. Deste total, 250 mil estabelecimentos do setor de hospedagem e alimentação foram atingidos pelo apagão, de acordo com a Federação.</p>
<p>A Fhoresp estima que o prejuízo ficou em torno de 1,5 milhão, nos primeiros quatro dias de blecaute, contando os períodos de almoço e de jantar. No início desta semana, a Federação notificou oficialmente a Enel para o restabelecimento, de forma urgente, na rede elétrica em bares e restaurantes.</p>
<h3><strong>Indenização</strong></h3>
<p>A entidade também exigiu ressarcimento aos empresários do setor que tiveram seus negócios prejudicados pelo apagão, passando pelos dias de não funcionamento e, consequentemente, de não faturamento; pela perda de mercadorias, por ausência de refrigeração; e por equipamentos queimados, devido à oscilação de energia. A Fundação Procon-SP foi copiada em ofício para o acompanhamento do processo.</p>
<h3><strong>Justiça</strong></h3>
<p>A Fhoresp solictou, ainda, que a Enel abra um canal direto de diálogo com a entidade para ressarcir os empresários prejudicados pelo blecaute pela via administrava – menos burocrática e, em tese, mais rápida. Caso não seja atendida, a federação já colocou seu Departamento Jurídico à disposição de seus associados, para mediar na Justiça processos individuais que requeiram indenização.</p>
<p><em>Publicado por Carolina Ferreira</em></p>
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<p><a href="https://jovempan.com.br/noticias/economia/apagao-em-sp-federacao-de-bares-e-restaurantes-pede-a-tarcisio-prazo-maior-para-pagar-impostos.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


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