Categories: Política

Ameaças “insistem em sobreviver”, diz Lula sobre golpe de 64

<p><&sol;p>&NewLine;<div>&NewLine;<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou&comma; nesta segunda-feira &lpar;31&rpar;&comma; que ameaças autoritárias&comma; &OpenCurlyDoubleQuote;infelizmente&comma; ainda insistem em sobreviver”&period; Em <strong><a rel&equals;"nofollow" target&equals;"&lowbar;blank" href&equals;"https&colon;&sol;&sol;x&period;com&sol;lulaoficial&sol;status&sol;1906726643181244467&quest;s&equals;48" target&equals;"&lowbar;blank">publicação nas redes sociais<&sol;a><&sol;strong>&comma; alusiva ao golpe civil-militar de 1964&comma; <strong>Lula reforçou a importância da defesa da democracia<&sol;strong>&comma; dos direitos humanos e da soberania do povo para escolher seus líderes por meio do voto&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Não existe&comma; fora da democracia&comma; caminhos para que o Brasil seja um país mais justo e menos desigual&period; Não existe um verdadeiro desenvolvimento inclusivo sem que a voz do povo seja ouvida e respeitada&period; Não existe justiça sem a garantia de que as instituições sejam sólidas&comma; harmônicas e independentes”&comma; escreveu&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p>O golpe civil-militar de 1964&comma; que completa 61 anos nesta segunda&comma; marcou o início de uma ditadura comandada por generais no Brasil que durou 21 anos&comma; <strong>período no qual eleições diretas foram suspensas e a liberdade de expressão e oposição política restringidas&period;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Nosso povo&comma; com muita luta&comma; superou os períodos sombrios de sua história&period; Há 40 anos&comma; vivemos em um regime democrático e de liberdades&comma; que se tornou ainda mais forte e vivo com a Constituição Federal de 1988&period; Esta é uma trajetória que&comma; tenho certeza&comma; continuaremos seguindo&period; Sem nunca retroceder”&comma; acrescentou o presidente&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p>No ano passado&comma; o <strong>Supremo Tribunal Federal &lpar;STF&rpar; julgou ser inconstitucional<&sol;strong> <strong>empregar dinheiro público para comemorar o golpe militar de 1964<&sol;strong>&period; Hoje&comma; a Corte publicou&comma; em seus perfis oficiais nas redes sociais&comma; uma mensagem sobre o golpe&comma; que deve ser lembrado &OpenCurlyDoubleQuote;para que nunca se repita”&comma; diz o texto&period;<&sol;p>&NewLine;<p>No dia 18 de março&comma; o <strong>Senado Federal <&sol;strong>também realizou sessão solene para lembrar os 40 anos da redemocratização do país&comma; com uma homenagem ao ex-presidente José Sarney&comma; o primeiro presidente do Brasil após o fim da ditadura&comma; que prevaleceu entre 1964 e 1985&period; Na ocasião&comma; o <strong>presidente do Senado&comma; Davi Alcolumbre&comma; destacou que o evento no Plenário firma o compromisso da Casa com a democracia&period;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<h2>Anistia<&sol;h2>&NewLine;<p>Em publicação nas <strong>redes socias<&sol;strong>&comma; a ministra de Relações Institucionais&comma; Gleisi Hoffmann&comma; lembrou que&comma; no período da ditadura&comma; direitos e garantias foram cerceadas e opositores ao regime militar foram presos&comma; perseguidos e mortos&period; <strong>&OpenCurlyDoubleQuote;Foram mais de duas décadas de resistência e sacrifício para a restauração da democracia”&comma; escreveu&comma; defendendo que não haja anistia para quem&comma; hoje&comma; atenta contra a democracia&period;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;É importante recordar esse período nos dias de hoje&comma; em que estão sendo levados a julgamento os comandantes de uma nova tentativa de golpe&comma; incluindo um ex-presidente da República tornado réu&period; A responsabilização penal dos golpistas&comma; na vigência plena do estado de direito e das garantias constitucionais que tentaram abolir&comma; é um dever histórico em defesa da democracia&comma; hoje e para sempre”&comma; destacou a ministra&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p>Na semana passada&comma; o STF abriu a ação penal contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete aliados&comma; denunciados pela Procuradoria-Geral da República &lpar;PGR&rpar;&comma; por tentativa de golpe de Estado&period; O <strong>plano teria sido colocado em prática entre os anos de 2021 e 2023 e culminado com os ataques às sedes dos Três Poderes&comma; em Brasília&comma; em 8 de janeiro de 2023&period;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>Mesmo antes da abertura da ação&comma; aliados do ex-presidente Bolsonaro já articulavam no Congresso um projeto de lei que concede <strong>anistia aos golpistas condenados pelo 8 de janeiro<&sol;strong>&comma; com a extinção das punições&period; Juristas ouvidos pela <strong>Agência Brasil <&sol;strong>consideram que anistiar crimes contra a democracia é preocupante&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>O ministro da Casa Civil&comma; Rui Costa&comma; também se posicionou contra a anistia e afirmou que é preciso relembrar os eventos da ditadura &OpenCurlyDoubleQuote;para não repetir”&period; &OpenCurlyDoubleQuote;O Golpe Militar aconteceu há 61 anos&comma; mas hoje ainda precisamos lutar firmemente em defesa da democracia&comma; contra o extremismo e pela justiça&period; Ditadura nunca mais&period; Democracia sempre&period; Sem anistia”&comma; escreveu em postagem nas redes&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p>No mês passado&comma; o STF também decidiu&comma; por unanimidade&comma; que irá rever seu entendimento sobre a Lei da Anistia&comma; sancionada em 1979 pelo general <strong>João Baptista Figueiredo&comma; último ditador do regime militar<&sol;strong>&period; Os ministros deverão discutir se a anistia ampla e irrestrita&comma; conforme determinada pela lei&comma; se aplica a casos de crimes continuados como o de sequestro e ocultação de cadáver&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A reabertura da discussão sobre a <strong>Lei da Anistia <&sol;strong>foi feita nos recursos que tratam da Guerrilha do Araguaia&comma; maior movimento armado de resistência rural ao regime militar&comma; e sobre o desaparecimento do deputado Rubens Paiva&comma; que foi sequestrado e morto por agentes da ditadura&period;<&sol;p>&NewLine;<p> <&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- Relacionada --><&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- Relacionada -->&NewLine; <&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;agenciabrasil&period;ebc&period;com&period;br&sol;politica&sol;noticia&sol;2025-03&sol;ameacas-insistem-em-sobreviver-diz-lula-sobre-golpe-de-64">Fonte&colon; Clique aqui<&sol;a><&sol;p>&NewLine;&NewLine;

Redação

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