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Alerj deve decidir sobre prisão de Bacellar nos próximos dias

&NewLine;<&excl;-- WP QUADS Content Ad Plugin v&period; 3&period;0&period;2 -->&NewLine;<div class&equals;"quads-location quads-ad1" id&equals;"quads-ad1" style&equals;"float&colon;none&semi;margin&colon;0px&semi;">&NewLine;&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><&sol;p>&NewLine;<div>&NewLine;<p><strong>A decisão sobre a manutenção ou revogação da prisão do presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro &lpar;Alerj&rpar;&comma; Rodrigo Bacellar &lpar;União Brasil&rpar;&comma; deve ser tomada pela própria Casa nos próximos dias&period; <&sol;strong>A previsão é que o Legislativo fluminense seja notificado pela Justiça sobre o caso em até 24 horas&period; <&sol;p>&NewLine;<p>O deputado foi preso preventivamente na manhã desta quarta-feira &lpar;3&rpar; durante operação da Polícia Federal para investigar o vazamento de informações sigilosas&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>O procedimento na Alerj tem sido o padrão nos últimos anos&comma; depois de uma decisão do Supremo Tribunal Federal &lpar;STF&rpar; em 2019&period;<&sol;strong> Na ocasião&comma; a Corte definiu que as assembleias legislativas dos estados têm o poder para revogar a prisão de deputados estaduais&comma; expandindo a estes as imunidades previstas para parlamentares federais no artigo 53 da Constituição&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Também ficou permitido às assembleias sustar ações penais abertas contra deputados estaduais&period; O Artigo 27&comma; da Constituição&comma; prevê que o deputado estadual tem direito às regras constitucionais sobre sistema eleitoral&comma; inviolabilidade e imunidades previstas na Carta&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Com base nesse artigo&comma; constituições estaduais reproduziram a regra&comma; prevista no Artigo 53&comma; que garante a deputados e senadores prisão somente em flagrante de crime inafiançável e referendada por sua casa legislativa&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Em 2017&comma; Jorge Picciani foi solto pela Casa ao lado dos parlamentares Paulo Melo e Edson Albertassi&period; Em 2019&comma; a Alerj soltou cinco deputados presos na Operação Furna da Onça&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Histórico de prisões<&sol;h2>&NewLine;<p><strong>Bacellar não é o primeiro presidente da Alerj a ser preso desde a Constituição de 1988&period;<&sol;strong> Em 2017&comma; Jorge Picciani &lpar;MDB&rpar; também foi preso quando ocupava o cargo mais alto do legislativo fluminense&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Na ocasião&comma; ele foi preso junto com os deputados da mesma legenda&comma; Paulo Melo e Edson Albertassi&comma; no âmbito da Operação Cadeia Velha&period; Os três foram acusados de receber propinas para favorecer empresas de ônibus&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Em 2019&comma; Picciani foi condenado pelo Tribunal Regional Federal da 2ª região a 21 anos de prisão&period; Ele morreu em 2021&comma; em decorrência de um câncer na bexiga&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Além de Bacellar e Picciani&comma; outros ex-presidentes da Alerj foram presos&comma; mas quando não ocupavam mais o cargo de liderança da casa legislativa&period; É o caso do próprio Paulo Melo&comma; preso junto com Picciani&comma; que ocupou o cargo entre 2011 e 2013&comma; e novamente entre 2013 e 2015&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Sérgio Cabral &lpar;MDB&rpar; presidiu a Alerj entre 1997 e 1999 e depois entre 1999 e 2001&period; Ele foi preso na Operação Lava-Jato em 2016&period; Cabral foi acusado de liderar uma organização criminosa que fraudava licitações e cobrava propinas&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Ele também foi governador do Rio de Janeiro entre 2007 e 2014&period; Foram várias condenações no contexto da Lava Jato&comma; com penas somadas que ultrapassaram 390 anos&period; Em 2024&comma; a Justiça anulou três condenações&comma; fazendo com que as ações fossem redistribuídas&period;<&sol;p>&NewLine;<p>José Nader &lpar;PTB&rpar; comandou a Alerj entre 1991 e 1992&comma; e depois entre 1993 e 1994&period; Em 2005&comma; ele foi preso em Tocantins acusado de pesca predatória e porte ilegal de armas&period; Em 2008&comma; foi um dos alvos da Operação Passárgada da Polícia Federal&period; Foi indiciado por corrupção passiva&comma; formação de quadrilha&comma; peculato e advocacia administrativa&period; Morreu em 2015&comma; depois de sofrer um acidente vascular cerebral &lpar;AVC&rpar;&period;<&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- Relacionada --><&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- Relacionada -->&NewLine; <&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;agenciabrasil&period;ebc&period;com&period;br&sol;politica&sol;noticia&sol;2025-12&sol;alerj-deve-decidir-sobre-prisao-de-bacellar-nos-proximos-dias">Fonte&colon; Clique aqui<&sol;a><&sol;p>&NewLine;&NewLine;

Redação

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