Último diretor de futebol do Esporte Clube Bahia antes da chegada do Grupo City, ainda no finalzinho da temporada de 2022, Eduardo Freeland falou sobre o novo momento do clube em entrevista ao “Charla Podcast”. O dirigente elogiou o modo como o Grupo City trabalha dentro dos clubes, destacando os processos e a longevidade dos profissionais, citando o técnico Rogério Ceni como exemplo. Ele frisou que o Esquadrão tem a SAF mais madura do futebol brasileiro.
“Dá pra afirmar que o Bahia tem a SAF mais madura do Brasil. A maturidade da SAF que comprou o Bahia, que é o Grupo City, são muitos anos. Tem uma longevidade no seu CEO, que é quem controla, que é o Ferran Soriano, que controla todos os clubes, e é óbvio que vão ter”, iniciou.
“A chegada teve algumas adaptações, que é muito natural nos primeiros meses, mas tem uma coisa pra mim que é fantástico que o Grupo City faz, é a adequação de expectativa. Em momento algum eles chegaram falando que eles vão nos próximos dois, três anos ganhar Brasileiro, ganhar não sei o que lá. O Rogério teve uma crise no ano passado. Ferran Soriano foi dar uma entrevista pra TV Bahia: “Rogério é treinador até o final do 2026. Não importa o que vocês vão fazer”. Isso passa uma credibilidade e ele cria uma paz interna de trabalho é um absurdo”.
“Além, obviamente, de ter grana, obviamente, ter processos muito bem definidos, o clube tem processos muito bem definidos, e boas pessoas envolvidas no trabalho, o Cadu é um cara que tive uma relação muito próxima ao longo de 2022, é um cara muito bom. Ganhar títulos, é só que criar um processo que dê maturidade para que o título venha com um porquê muito claro, e não, talvez, mal comparando com o 24 do Botafogo, não pode ser assim, claro que você não vai ganhar todo ano, mas aí vamos pegar o Palmeiras de hoje, assim, em relação à parte esportiva do Palmeiras, é mérito só do Abel? Não, para mim você tem o Anderson Barros, que é um cara que também super respeito, que tá lá muito tempo”.

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