Ministério da ironia
Nos bastidores de Brasília, uma lista “criativa” de ministérios circulou como provocação política, misturando nomes como Rui Costa e Dilma Rousseff em funções improváveis. A brincadeira, com forte tom de crítica, reflete o clima ácido que já toma conta da pré-campanha presidencial.
Vice com musculatura política
O nome de Zé Cocá (PP) como vice na chapa de ACM Neto, foi uma estratégia apostando na experiência do gestor para ampliar capilaridade no interior da Bahia, e claro, após pesquisa interna o nome dele estar no topo, atrás apenas de José Ronaldo (União Brasil), prefeito de Feira.
Recado direto na Câmara
O vereador Kiki Bispo (União Brasil) subiu o tom contra Jaques Wagner ao defender o legado das gestões de ACM Neto e Bruno Reis. A fala reforça a narrativa de domínio eleitoral do grupo na capital baiana.
Olho nas fake news
O desembargador Maurício Kertzman Szporer assume o comando do TRE-BA com foco no combate à desinformação. O uso indevido de inteligência artificial já aparece como preocupação central para as eleições de 2026.
Base governista ampliada
O secretário Adolpho Loyola avaliou como positiva a janela partidária, destacando o crescimento da base aliada. Segundo ele, o grupo chega mais robusto e competitivo para a próxima disputa eleitoral.
Experiência em pauta
O governador Ronaldo Caiado (PSD) usou metáfora médica para diferenciar sua trajetória na corrida presidencial. A fala mira diretamente adversários e reforça o discurso de experiência como ativo político.
Nova peça no TRE-BA
O magistrado Paulo César Bandeira de Melo Jorge tomou posse no TRE-BA e recebeu homenagem institucional. A movimentação reforça a estrutura da Justiça Eleitoral em ano pré-eleitoral.
Polêmica em Brumado
O vereador Bizunga (PCdoB) gerou repercussão ao reclamar do salário de R$ 13 mil. A declaração provocou críticas e ampliou o debate sobre a desconexão entre representantes e realidade da população.
Retorno ao jogo político
O ex-deputado Luiz Argôlo anunciou nova candidatura à Câmara Federal. Filiado ao Republicanos, ele aposta em discurso de renovação e retomada de protagonismo.
Lula no jogo até o fim
Para Jaques Wagner, não há cenário em que Lula fique fora da disputa. A leitura é de que o petista tende a entrar ainda mais forte diante de adversidades.
Movimento estratégico no Senado
O ex-ministro Aroldo Cedraz será suplente na chapa de João Roma (PL). A articulação envolve Flávio Bolsonaro e Valdemar Costa Neto, indicando alinhamento nacional.
Alfinetada no governo
O prefeito Bruno Reis (União Brasil) ironizou a escolha do vice de Jerônimo Rodrigues (PT). A crítica expõe desgaste na articulação política do grupo governista. “O vice foi oferecido a mais de 20 pessoas diferentes e todos rejeitados. Ficou claro para a sociedade que por falta de opção, quando não tem tu, vai tu mesmo”.
Eleição suspensa
A Justiça do Trabalho barrou o processo eleitoral do Sindimed-BA após denúncias de irregularidades. O caso levanta questionamentos sobre transparência e lisura em entidades de classe.
Salvador independente
O presidente da Câmara, Carlos Muniz (PSDB), rebateu a ideia de dependência da capital em relação ao Estado. A fala reforça o discurso de autonomia administrativa iniciado em 2013.
Bastidores da suplência
O deputado Marcelo Nilo (Republicanos) revelou articulação para indicar Marcelinho Guimarães Filho, presdiente do DC na Bahia, como suplente de Angelo Coronel (Republicanos). O movimento faz parte de acordos para 2026.
Mais um empréstimo
O governador Jerônimo encaminhou novo pedido bilionário à AL-BA. A soma das operações já ultrapassa R$ 30 bilhões desde o início da gestão.
BC e o contraponto
O atual presidente do Banco Central contrariou narrativas políticas ao isentar Roberto Campos Neto em depoimento recente. O episódio reacende o debate sobre autonomia da instituição.

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